O Facebook mudou o mundo para sempre

13, setembro, 2015 Sem comentários

Em uma segunda-feira, um em cada sete indivíduos no mundo usou o Facebook – 1 bilhão de pessoas, de acordo com seu fundador, Mark Zuckerberg. Em uma década, a rede social transformou os relacionamentos, sua privacidade, seus negócios, a mídia jornalística, ajudou a derrubar regimes e até mudou o significado de palavras de uso comum.

“Um mundo mais aberto e conectado é um mundo melhor. Ele traz relacionamentos mais fortes com as pessoas que você ama, uma economia mais forte, com mais oportunidades, e uma sociedade mais forte, que reflete todos os nossos valores”, escreveu Zuckerberg na postagem que anunciou os números.Estas são algumas das maneiras pelas quais a empresa dele mudou tudo – para melhor ou para pior.

“Amigo” virou uma coisa fácil. Ao contrário da vida real, quando o final de uma amizade pode ser profundamente traumático, é fácil deixar de ser “amigo”, dispensando um conhecido casual quando ele não está mais realçando sua página inicial no Facebook.

Apesar de o significado das palavras “compartilhar” e “curtir” ser essencialmente o mesmo, o Facebook deu um peso totalmente novo a esses termos.

As reuniões de antigos colegas de colégio ou universidade tornaram-se redundantes – você já sabe quem vai bem na profissão, se o casal perfeito se separou e já viu fotos intermináveis dos bebês de seus ex-colegas. Não ficará surpresa ao encontrar um “ex” na rua com uma nova namorada: você já sabe que ele está saindo com outra mulher por causa das selfies românticas. Leia mais…

Tirar fotos demais pode prejudicar memória, diz estudo

13, setembro, 2015 Sem comentários

É óbvio que queremos documentar nossas vidas e manter nossas lembranças acesas. Mas ante o uso generalizado de smartphones com câmeras fotográficas e de novos aparelhos como o Narrative Clip – capaz tirar fotos automaticamente a cada 30 segundos –, será que deveria haver um limite?

Uma pesquisa recente realizada pela psicóloga Linda Henkel, da Universidade Fairfield, nos Estados Unidos, indica que a resposta é “sim”. O trabalho sugere que tirar fotos pode de fato prejudicar a capacidade de lembrar detalhes do acontecimento, apesar – e por causa do – esforço de fotografar sem parar. Leia mais…

Ginástica no cemitério: Desrespeito ou jeito natural de lidar com a morte?

13, setembro, 2015 Sem comentários

Imagine a cena: um punhado de gente vestindo roupas fosforescentes de lycra faz ginástica em meio a lápides e tumbas. Isso é o que vem acontecendo no Putney Old Burial Ground, um antigo cemitério no bairro de Putney, no sudoeste de Londres. Capturada em um vídeo postado no YouTube para promover a academia DaleyFitness, do ex-atleta olímpico Daley Thompson, a cena provocou protestos.Um morador disse ao jornal londrino Evening Standard que fazer as aulas no local era “desrespeitoso, uma falta de consideração”.

Há mais de 160 anos não são feitos enterros no cemitério, mas restos mortais dos que foram enterrados ali permanecem no local.

O espaço tornou-se um jardim público em 1886. Oito bancos de parque foram colocados em torno das tumbas para os passantes. Um relatório da administração local, o Wandsworth Council, classifica o lugar como “um pequeno espaço para sentar, oferecendo um destino e uma área para trabalhadores do bairro tomarem seu lanche”. Leia mais…